Saúde

Após surto em 2019, Saúde realiza busca ativa contra o Sarampo



Após surto em 2019, Saúde realiza busca ativa contra o Sarampo

Fernandópolis registrou surto com 89 casos de sarampo em 2019, conforme balanço da Secretaria Estadual de Saúde e foi a cidade com maior número de casos na época, à frente inclusive de Rio Preto.

Com a finalidade de reforçar as ações de prevenção contra o sarampo, a Secretaria Municipal da Saúde integra a Campanha Nacional de Mobilização contra o Sarampo em todo o País.

Até o dia 24 de março todas as Unidades de Saúde do município, o CADIP, UPA e Santa Casa realizam uma busca ativa de casos suspeitos da doença que não tiveram acesso ao sistema de saúde ou que não foram detectados. Em todas as pessoas com sintomas característicos de sarampo serão coletados exames laboratoriais para identificação.

Neste período também acontecem os ‘grupos de salas de espera’ em todas as unidades de Saúde, com foco para a orientação, prevenção e conscientização sobre a importância da vacinação.

A vacinação é a forma mais efetiva de prevenção. A vacina do tríplice viral, além do sarampo, também protege contra a caxumba e rubéola, e está disponível em todas as unidades de Saúde do município.

A população de 1 a 29 anos deve receber duas doses, sendo a primeira com a tríplice viral aos 12 meses e a segunda aos 15 meses com a tetraviral ou tríplice viral + varicela. Já entre os 30 a 59 anos, uma dose da vacina tríplice viral, se não vacinado anteriormente.

Os trabalhadores da saúde devem receber duas doses da vacina tríplice viral independentemente da idade. Com intervalo de 30 dias entre as doses. A vacina tríplice viral é contraindicada durante a gestação. As gestantes não vacinadas ou com esquema incompleto deverão receber a vacina no puerpério.

“A busca ativa e o incentivo a vacinação de tríplice viral são estratégias necessárias para o Brasil voltar a ser um país livre do sarampo. Como essa é uma doença imunoprevenível as pessoas precisam se conscientizar sobre importância da vacinação”, disse a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Aline Furlan.