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Condenados por desvios no Hospital de Câncer de Jales têm penas reduzidas



Condenados por desvios no Hospital de Câncer de Jales têm penas reduzidas

O Tribunal de Justiça reduziu para menos da metade as penas de prisão dos três condenados por desvio de R$ 700 mil do Hospital de Câncer de Jales, entre 2013 e 2016. Segundo o Ministério Público, o trio usou o dinheiro num esquema de fraudes para locação e abastecimento de veículos, diárias em hotel, serviços de tecnologia e até para happy hour. 
Na Justiça de Jales, eles foram sentenciados em abril de 2019 a penas que, somadas, chegaram a 90 anos de prisão. Os três recorreram em liberdade. 
O caso veio à tona em 2016, quando Roger Mauro Dib, então administrador do hospital, e os funcionários Leandro Sampaio de Souza e Gustavo Viale Berti foram presos durante a operação Corrente do Bem da Polícia Federal. 
Na época, a PF armou que eles usaram o dinheiro até para comprar biscoitos e picanha. Três anos depois, foram condenados pelo juiz Adílson Vagner Ballotti, titular da 5ª Vara Criminal de Jales na época. Roger, denunciado como o mentor e chefe do esquema, foi sentenciado a 43 anos e nove meses de prisão. Gustavo recebeu uma condenação de 31 anos e seis meses e Leandro pegou 16 anos e dez meses. Os três foram condenados a cumprir a pena em regime inicial fechado. No Tribunal de Justiça, as defesas pediram absolvição e anunciaram que vão recorrer da decisão. 
(Com Diário da Região)