BASTIDORES

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FOI...

o tempo em que os postes da antiga Cesp, que comportavam apenas as redes de energia elétrica e a de telefonia da antiga Telesp, só ficavam poluídos em tempos de eleição, apinhados de propaganda dos candidatos.

HOJE...

as coisas mudaram. Os postes já não servem mais aos políticos, mas sustentam, além da rede elétrica, um emaranhado de fios e cabos de internet, telefonia e tv a cabo. Representam risco à população e uma contribuição danosa para o visual da cidade. Uma vergonha.

DESDE...

2019, quando uma cidadã fernandopolense foi parar na UPA, com um pedaço de cabo enfiado no pé, o jornal CIDADÃO tem cobrado medidas para se pôr ordem no setor. Na legislatura passada, o vereador Julio Zarola até iniciou um trabalho que caiu no esquecimento com sua não reeleição.

AGORA...

quem está levantando a bandeira no Palácio 22 de Maio Prefeito Edison Rolim é o vereador Jeferson Leandro de Paiva. Começou com um requerimento pedindo informações sobre, por exemplo, a quem compete a fiscalização. Ele garante que vai se aprofundar na questão para atingir o objetivo de acabar com a bagunça.

O PROBLEMA...

não é apenas de Fernandópolis. Uma pesquisa pela internet, pode se verificar que o assunto virou discussão por todo o Brasil. Algumas cidades avançaram no tema. São José dos Campos e Piracicaba, para ficar em dois exemplos paulistas, aprovaram leis para pôr ordem na casa. Empresas que abandonam fios pendurados são multadas e intimadas a retirar os cabos.

NA VIZINHA...

Jales o problema do emaranhado de fios e cabos foi parar na Justiça por conta de acidente que feriu gravemente motociclista após se enrolar em cabos soltos. A vítima pede indenização de R$ 200 mil e pensão mensal de R$ 2 mil. Em Fernandópolis são vários os relatos de acidentes, do centro à perfiferia.

DE ACORDO...

com resolução da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – o compartilhamento de postes não deve comprometer a segurança de pessoas e instalações e as distribuidoras de energia elétrica devem notificar as empresas sobre a regularização da situação, incluindo os custos da operação. A Elektro diz que fiscaliza, mas o que se vê pela cidade é uma terra sem lei e ordem.

SÃO...

muitas as perguntas e quase nenhuma resposta: qual o papel da prefeitura neste caso? Quando as empresas que operam na cidade (e são mais de 10) serão intimadas a organizar a bagunça? E a Elektro, que aluga os postes, quando vai efetivamente fiscalizar as operadoras? Com a palavra nossas autoridades. A cidade não merece essa poluição visual.

Equipe A.C.G

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